A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor

Promoção!

13,70 1,00 IVA incluído


Categoria: Etiqueta:

Description

Os poemas de Eric são puro coração. Seu eu-lírico tenta dar conta do descomedimento correndo atrás das emoções que extrapolam os limites do próprio corpo, da própria linguagem. Em certo momento, o poeta pinta uma gama de personagens urbanas, com traços de controle exacerbado, e sugere “perder-se”, já que esse processo “também pode ser um caminho”. Ou lembra de “papos bobos e non-sense” com um parceiro se perguntando o que aconteceu “naquele segundo / que você sorriu e apertou minha mão”. E vaticina, depois de outro poema em que relembra encontros e desencontros com um amante de Guimarães Rosa e drinques tropicais: “A saudade também tem prazo de validade”. São poemas românticos, mas sem uma doçura excessiva. São agridoces: descrições líricas e perspicazes de paixões, que podem ter durado uma eternidade, ou apenas um leve roçar de dedos.